Supercross nos Estados Unidos? Imperdível!

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O Monster Energy Cup é um dos maiores eventos de Supercross nos Estados Unidos e este ano a próxima edição é já daqui a uns dias.

Fique com os dez motivos que o obrigam a não perder essa corrida esse ano:

1. Os amadores

Todos os anos surgem jovens talentos que sustentam o sonho de competir ao mais alto nível, sem o apoio de grandes estruturas ou equipes de fábrica. As classes Supermini e Amateur All-Star têm sempre muitos concorrentes e o nível competitivo tem tanta ação como o dos profissionais.
Daqui vieram promessas como Adam Cianciarulo, Aaron Plessinger ou Austin Forkner. Além disso competem, na classe Supermini, com motos dois tempos, e que os fãs adoram ver e ouvir.

2. A Miss MEC: Victoria Olona

Victoria Olona é a musa da edição deste ano. A modelo, além das suas funções durante o evento, vai andar nas boxes, interagir com os fãs e estará disponível para tirar fotos com os interessados.

3. Os profissionais, os melhores do mundo em supercross…e Gajser

O motivo principal para assistir ao evento. Os melhores do mundo frente a frente, lado a lado, salto a salto. Aqui é onde tudo acontece e em cinco edições do evento nunca ninguém repetiu a vitória, havendo cinco vencedores diferentes em cinco anos.
Além de Rczen, Dungey, Tomac, Reed, Seely, Musquin, Anderson e outros tantos, destaque para a presença de Tim Gajser, o novo campeão do mundo de motocross e que já deu excelentes aparições no SMX, uma mistura de motocross e supercross. Em Las Vegas terá de dar tudo para bater os pilotos de elite na modalidade, será que estará à altura?

4. Estratégia em pista

Vencer o MEC não se trata apenas de ser o mais veloz e ter os melhores equipamentos. A mítica Joker Lane, que todos os pilotos têm de tomar pelo menos uma vez ao longo da corrida, promete mexer com as coisas e aqui a tática de corrida pode ser decisiva. Primeira volta, na última, no meio? Neste balanço ténue está uma decisão estratégica que só engrandece o espetáculo.
Por vezes os pilotos esquecem-se desta variante que apenas esta corrida tem. Aconteceu com Jason Anderson, com Ryan Villopoto ou Ryan Dungey. E assim se pode perder uma vitória e…um milhão de dólares, o que nos leva ao próximo ponto.

5. Um milhão de dólares em jogo

Só o fato de ser um milhão de dólares já é motivo para todos quererem chegar ao prémio máximo. Para isso o piloto tem de vencer as três principais corridas. Apenas Villopoto conseguiu em 2011, com Trey Canard por quase…. conseguir em 2014.
No ano passado Roczen foi o grande vencedor. Conquistou o evento com um 1-4-1, levando 100 mil dólares para casa e este ano defende o título.

6. O espectáculo

Nenhum evento de Supercross tem o ambiente como o MEC. Milhares de fãs garantem um espectáculo único e os pilotos bebem de toda a atmosfera eletrizante para darem tudo em pista. Não se trata de mais uma corrida, mas sim ‘A’ corrida. Eventos dentro e fora do estádio fazem do MEC algo imperdível.

7. Um carro para o piloto holeshot

Quem conseguir dois holeshots ganha um carro Okm. Este ano a organização mudou as coisas e não a dá aos profissionais, mas sim aos competidores da categoria Amateur All-Star, uma categoria onde a maior parte dos pilotos acabaram de tirar da carteira de motorista.

8. Freestyle para todos os gostos

A ação em torno do estádio contempla uma série de eventos para o público, incluindo freestyle. Os melhores pilotos do mundo vão competir em três classes: Freestyle Motocross (FMX), o maior o maior ‘whip’ e o o FMX Quarter Pipe Big Air. Confirmadas estão as presenças de nomes como Nate Adams, Taka Higashino, Jeremy Stenberg, Jarryd McNeil, Tom Parsons ou Edgar Torronteras, entre outros.

9. Las Vegas

O estádio Sam Boyd, em Las Vegas, é mais uma vez o palco do espectáculo. Todo o ambiente bebe inspiração de Las Vegas, do clima de festa, descontração, diversão e muita animação. O Sam Boyd cheio causa um efeito que mais nenhum estádio do calendário de Supercross consegue proporcionar. Adrenalina e muitos fogos de artifício prometem proporcionar uma festa única.

10. Uma largada diferente

Além de todos os motivos acima mencionados, há ainda a largada da prova. Uma novidade do ano passado e repetida este ano é a elevação onde os pilotos começam a prova, mergulhando no ar até à pista. Nunca antes a luta pelos holeshots teve um condicionante tão determinante e espectacular.

Realmente essa prova promote, se tiver oportunidade vá,

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