Bogers e Vlaanderen, as apostas da Honda no mundial de motocross

Três saídas e duas entradas. Bobryshev, Cervellin e Notsuka deixam a estrutura de fábrica da Honda, abrindo espaço para a chegada de Brian Bogers no MXGP e de Vlaanderen na equipa de MX2.

Bogers: ‘É um sonho se tornando realidade pertencer à família da HRC. Sempre que passeio no paddock é impossível não saber onde está a Honda e as instalações deles. Sempre pensei em um dia integrar esta família, e agora faço parte dela. A moto é incrível, e quando vejo o Tim [Gajser] a pilotá-la mal posso esperar por 2018. Já estive na mesma equipe que ele em 2009, por isso é bom me juntar de novo a ele.’

Vlaanderen: ‘É inacreditável estar aqui hoje com o pessoal da HRC e integrar esta equipe. Sempre quis fazer parte de uma equipa oficial desde pequeno, e o sonho se realizou é espetacular. Passo muito tempo vendo o Dani [Pedrosa] e o Marc [Márquez], e poder-me juntar a eles no EICMA para ser apresentado como piloto da HRC é uma benção.’

Três saídas e duas entradas. Bobryshev, Cervellin e Notsuka deixam a estrutura de fábrica da Honda, abrindo espaço para a chegada de Brian Bogers no MXGP e de Vlaanderen na equipa de MX2.

Bogers: ‘É um sonho tornado realidade pertencer à família da HRC. Sempre que passeio no paddock é impossível não saber onde está a Honda e as instalações deles. Sempre pensei em um dia integrar esta família, e agora faço parte dela. A moto é incrível, e quando vejo o Tim [Gajser] a pilotá-la mal posso esperar por 2018. Já estive na mesma equipa que ele em 2009, por isso é bom juntar-me de novo a ele.’

Vlaanderen: ‘É inacreditável estar aqui hoje com o pessoal da HRC e integrar esta equipa de fábrica. Sempre quis fazer parte de uma equipa oficial desde miúdo, e o sonho realizou-se é espectacular. Passo muito tempo a ver o Dani [Pedrosa] e o Marc [Márquez], e poder-me juntar a eles no EICMA para ser apresentado como piloto da HRC é uma benção.’

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